Autor: janacmoreno

Capítulo João 13 – A despedida de Jesus

20 de setembro de 2023 Por janacmoreno

O Capítulo 13, nos desafia a praticar a humildade no serviço, aceitar o serviço de Cristo, seguir Seu exemplo, buscar purificação espiritual contínua e reconhecer Sua autoridade em nossas vidas. Também nos lembra da importância de servir com amor e gratidão, mesmo quando não compreendemos completamente os propósitos de Deus.

Capítulo João 12 – Entrada Triunfal

14 de setembro de 2023 Por janacmoreno

A Unção de Jesus por Maria e a Entrada Triunfal em Jerusalém. (1) os visitantes de fora da Judéia (Jo 12:12, 18);
(2) a população local que havia testemunhado a ressurreição de Lázaro (Jo 12:17);
(3) os líderes religiosos, extremamente preocupados com o que Jesus poderia fazer durante as comemorações(Jo 12:19).

Marta, Maria e Lázaro

13 de setembro de 2023 Por janacmoreno

Essas diferenças entre Marta e Maria também nos ensinam que a fé e a devoção podem se manifestar de várias maneiras. Algumas pessoas são naturalmente mais ativas e servem a Deus de maneira prática, enquanto outras são mais contemplativas e se aproximam de Deus em adoração silenciosa. Ambas as abordagens são válidas, e o importante é ter um coração que busca e ama a Deus.

Capítulo 11 – O último Milagre – O último Inimigo

12 de setembro de 2023 Por janacmoreno

Jesus realiza um dos Seus milagres mais impressionantes, ressuscitando Lázaro dos mortos. Isso demonstra Seu poder sobre a morte e reforça Sua divindade. O capítulo também revela a crescente oposição dos líderes religiosos a Jesus e Seu plano de sacrificado na cruz. Maria unge os pés de Jesus com perfume, simbolizando Sua preparação para a morte iminente.

Capítulo 10 – EU sou a PORTA, o BOM PASTOR e o Filho de Deus

8 de setembro de 2023 Por janacmoreno

O capítulo 10 do Evangelho de João se concentra no ensinamento de Jesus sobre Ele ser o Bom Pastor e a reação das pessoas a essa afirmação. Jesus destaca Seu cuidado pelas Suas ovelhas, Sua autoridade como o Pastor, e Sua unidade com o Pai. As pessoas estão divididas em relação a Ele, alguns O rejeitam e outros crêem. No final, Jesus afirma Sua identidade como o Filho de Deus.

Capítulo 9 – Evangelho de João

7 de setembro de 2023 Por janacmoreno

Rerelata o milagre da cura de um homem cego de nascença por Jesus. Este capítulo enfatiza a capacidade de Jesus de trazer luz espiritual para aqueles que O reconhecem como o Messias, contrastando com a cegueira espiritual daqueles que rejeitam Sua mensagem. Também destaca a coragem do homem curado em enfrentar a oposição dos fariseus e adorar Jesus como o Filho de Deus.

Capítulo 8 – Evangelho de João

4 de setembro de 2023 Por janacmoreno

O capítulo 8 do Evangelho de João é marcado pela história da mulher pega em adultério, onde Jesus demonstra Sua compaixão e ensina sobre o perdão. Além disso, o capítulo contém debates entre Jesus e os líderes religiosos, onde Ele revela Sua divindade. Destacam-se as palavras de Jesus: “Eu sou a luz do mundo” e “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” O capítulo encerra com Jesus afirmando Sua pré-existência antes de Abraão. Em resumo, João 8 enfoca a graça, a verdade e a divindade de Jesus, contrastando com a dureza dos corações dos líderes religiosos.

Capitulo 7 – Evangelho de João

30 de agosto de 2023 Por janacmoreno

Jesus na Festa dos Tabernáculos – João 7:1-13 Ensino de Jesus e Reações – João 7:14-36 Convite À Água Viva João 7:37-39 Divisão e Debate sobre Jesus Principais Temas e Aplicações Capítulo 7 – Evangelho de João O sétimo capítulo do Evangelho de João descreve um momento crucial na vida de Jesus, quando Ele participa da Festa dos Tabernáculos em Jerusalém. Este evento revela importantes aspectos da missão de Jesus e da reação das pessoas ao Seu ministério. A festa dos tabernáculos INCREDULIDADE – Antes na Festa dos Tabernáculos – João 7:1-13 “¹ Passadas estas coisas, Jesus andava pela Galileia, porque não desejava percorrer a Judeia, visto que os judeus procuravam matá-lo. ² Ora, a festa dos judeus, chamada de Festa dos Tabernáculos, estava próxima”. João 7:1,2 Divisão cronológica: João 7 apresenta três divisões cronológicas: INDCREDULIDADE: Antes da festa ( v. 1-10); No meio da festa ( v. 11-36)  E no último dia da festa (v .37-52). Maria e José tiveram filhos (Mt 13:55, 56; Mc 6:1-6) que eram, portanto, meios-irmãos de Jesus. É incrível que esses irmãos tenham vivido tantos anos com Jesus sem perceber o caráter singular de sua Pessoa. Por certo, sabiam de seus milagres (ver Jo 7:3, 4), tendo em vista que eram de conhecimento geral. Conviveram de perto com ele e, portanto, tiveram as melhores oportunidades de observá-lo e de testá-lo e, ainda assim, continuaram incrédulos.Esses homens estavam subindo a Jerusalém para comemorar uma festa religiosa, no entanto não aceitavam o próprio Messias!Como é fácil seguir as tradições sem assimilar a verdade eterna! Os publicanos e pecadores regozijavam-se com sua mensagem, enquanto os meios-irmãos zombavam dele. Sem dúvida, esses homens pensavam como o mundo: se deseja ter seguidores, deve usar as oportunidades para fazer algoespetacular. Jerusalém estaria cheia de peregrinos e seria um “palco” prefeito para Jesus apresentar-se e granjear discípulos. Claro que os irmãos sabiam da multidão de seguidores que desertara Jesus (Jo 6:66). Essa era sua chance de reaver o que havia perdido. Satanás sugeriu algo parecido, quando tentou Jesus no deserto três anos antes (Mt 4:1).Jesus já recusara a oferta da multidão de proclamá-lo Rei (Jo 6:15) e não estava prestes a ceder de maneira alguma. As celebridades podem alcançar o sucesso pelo aplauso do povo, mas os servos de Deus sabem que isso não passa de ilusão. Ao realizar milagres durante a festa na “cidade oficial” da religião judaica, Jesus poderia reunir uma multidão, revelar-se como Messias e conquistar o inimigo. Claro que essa sugestão procedeu de corações e mentes cegas por uma incredulidade que, aliás, havia sido profetizada no Salmo 69:8 – “Torneime estranho a meus irmãos e desconhecido aos filhos de minha mãe”. (Uma vez que Jesus não era filho biológico de José, não poderia dizer “aos filhos de meu pai”.) A Festa dos Tabernáculos  Comemorava a jornada de Israel pelo deserto e voltava os olhos do povo para o futuro, para o reino prometido do Messias. Durante essa festa, os judeus viviam em cabanas feitas de ramos de árvores para lembrar o cuidado providencial de Deus para com sua nação durante quase quarenta anos (Lv 23:33-44). Celebrada na seqüência da Festa das Trombetas e do Dia da Expiação – uma observância solene – a Festa dos Tabernáculos era uma época festiva para o povo. A área do templo era iluminada por candelabros para lembrar a coluna de fogo que havia guiado o povo no deserto e, todos os dias, os sacerdotes tiravam água do tanque de Siloé e a derramavam de um cântaro, lembrando o povo da provisão miraculosa de água da rocha. A festa era um tempo de alegria para o povo, mas os dias de comemoração foram difíceis para Jesus, pois marcaram o começo de uma oposição aberta e intensa a sua Pessoa e a seu ministério. Desde a cura do paralítico no sábado, Jesus passou a ser alvo dos líderes judeus que desejavam matálo (Jo 7:1, 19, 20, 25, 30, 32, 44; e ver também 8:37, 40). Permaneceu na Galiléia, onde estava mais seguro, mas, a fim de observar devidamente a festa, teve de ir para Jerusalém. Contexto Histórico: Jesus estava na Galileia, evitando a Judeia porque os líderes judeus (fariseus e escribas) estavam conspirando para matá-Lo devido à Sua mensagem e milagres. A Festa dos Tabernáculos, ou Sucot, era uma das três principais festas judaicas, celebrada no sétimo mês  setembro/outubro). Era um momento de lembrar a jornada dos israelitas pelo deserto após o êxodo do Egito.  “3. Ninguém que deseja ser conhecido publicamente age secretamente. Visto que estás fazendo essas coisas, mostra-te ao mundo”. 4. Pois nem mesmo os seus irmãos criam nele. 5. Portanto, Jesus lhes disse: “O meu tempo ainda não chegou; para vocês, qualquer tempo é bom.” Os irmãos de Jesus instigam que Ele vá à festa e mostre Seus milagres publicamente. No entanto, eles próprios não acreditavam Nele naquele momento. Jesus responde que Seu tempo ainda não havia chegado, referindo-se ao plano divino e ao momento certo para Sua revelação pública.    6. O mundo não vos pode odiar, mas a mim me odeia, porquanto dele testifico que as suas obras são más. 7. Subam vocês à festa; eu não subo a esta festa, porque o meu tempo ainda não se cumpriu”. 8. E, tendo-lhes dito isso, permaneceu na Galileia.  Jesus reconhece a hostilidade que enfrentaria em Jerusalém, onde os líderes judeus O odiavam devido às Suas críticas à hipocrisia religiosa. Ele instrui Seus irmãos a irem à festa sem Ele, pois Seu tempo de revelação pública ainda não havia chegado, e permanece na Galileia. 9. Contudo, depois que os seus irmãos subiram à festa, então ele também subiu, não publicamente, mas em particular. 10. Durante a festa, os judeus o procuravam, perguntando: “Onde está ele?”  Mesmo depois que Seus irmãos partiram, Jesus decide ir à festa, mas de forma discreta, não publicamente. Sua presença na festa gera curiosidade e discussão entre os judeus, que O procuram para questioná-Lo. Não havia chegado a hora de Jesus revelar- se ao mundo (Jo 14:22ss). Um dia, ele voltará, e “todo olho o verá” (Ap 1:7). Observamos anteriormente que Jesus viveu de acordo com um “cronograma divino” determinado pelo Pai (Jo 2:4; 7:6, 8, 30; 8:20; 12:23; 13:1; 17:1). Jesus usava de cautela, pois sabia que os líderes religiosos desejavam matá-lo. Apesar de esses líderes serem “religiosos”, faziam parte do “mundo” e odiavam Jesus por revelar a todos suas obras perversas.